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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Aprender a Dizer Adeus


Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Não volte pro mundo onde você não existe
Não volte mais
Não olhe pra trás
Mas não se esqueça de mim, não
Não me lembre que o sol nasce no leste e no oeste morre depois
O que acontece é triste demais
Pra quem não sabe viver, pra quem não sabe amar


Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Desde que você partiu aqui nada existe
Então, não adianta voltar
Acabou o seu tempo, acabou o seu mar, acabou seu dia
Acabou, acabou


Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Vá voar com o vento que só lá você existe
Não esqueça que eu não sei mais nada
Nada de você


Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada


Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol


Dó maior com dó
Sol maior com si
Lá menor com lá
Lá menor com sol

Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol


Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada


Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol


Canção Pra Não Voltar, A Banda Mais Bonita da Cidade.



Às vezes, quando menos esperamos, percebemos finalmente aquilo que já nos haviam dito. Às vezes é preciso arte para que a alma perceba aquilo que o cérebro nos diz.

Às vezes, é preciso saber dizer adeus. Mas um adeus verdadeiro.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A Banda Mais Bonita da Cidade


Hino ao Amor, hino à persistência, hino à Música, hino à felicidade e alegria.

Das bandas mais honestas e mais simpáticas com quem já me cruzei.

Obrigada, Banda MAIS Bonita da Cidade!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Land of Begin Again

I know it's been a very long time. A lot happened in between.
Today is just about a bright future. A sign of hope. Maybe tomorrow I'll write more about something else.



There's a land of begin again
On the other side of the hill
Where we learn to love and live again
When the world is quiet and still

There's a land of begin again
And there's not a cloud in the sky
Where we'll never have to grieve again
And we'll never say goodbye
When all your troubles just surround you
And around you skies are grey
If you can only keep your eyes on
The horizon, not so far away

There's a land of begin again
On the other side of the hill
Where we learn to love and live again
When the world is quiet and still

There's a land of begin again
And there's not a cloud in the sky
Where we'll never have to grieve again
And we'll never say goodbye

There aren't any signposts to guide you
You don't need permission to stay
And you'll find there's something inside you
Showing you the way

There's a prize we can win again
And together, somehow, we will
There's a land of begin again
On the other side of the hill



terça-feira, 1 de junho de 2010

Do piano para a guitarra

E porque o mês de Maio foi o mês das realizações musicais não poderia deixar de falar nesse jovem, nesse artista com 'a' capitalizado que é o John Clayton Mayer (sim, ele tem direito a nome do meio e tudo!).

Fui vê-lo ao Rock in Rio, pois era a primeira vez que tocava em Portugal, e tive a sorte de vê-lo em Londres (2 dias depois de Jamie Cullum e 6 depois dele actuar também em Lx) num recinto com uma acústica maravilhosa chamado Wembley Arena (não confundir com o estádio).

A minha jornada de John Mayer começou bem antes da de Jamie Cullum. Eu teria os meus 12 anos e tinha, numa das muitas estantes de álbuns da minha mãe, um chamado Room For Squares, que continha a faixa Your Body Is A Wonderland.
Lembro-me dumas férias em Cabanas de Tavira que, juntamente com este álbum, levava o Drops of Jupiter dos Train, porque numa noite quente de verão eram álbuns que eu achava que o meu pai gostaria de ouvir enquanto dormíamos ao relento.

Dois anos mais tarde, mostrei Daughters ao meu pai, ao que ele me disse uma coisa que eu ainda hoje tenho alguma dificuldade em perceber: "é música honesta". Honesta porquê? Seria a melodia? Seria a letra? Não sei, só sei que ainda hoje penso que é das músicas mais bonitas que alguma vez compôs, apesar de haver canções da sua autoria que são autênticos hinos à poesia e à eloquência.

Outra vez, não vou entrar em defesa dos meus gostos. Poderia dar mil e uma razões para explicar porque é que a música tando dele, como do Jamie, me levam ao paraíso das sensações. Poderia tentar explicar cada uma dessas sensações, mas é demasiado complexo.
De um modo geral a minha reacção é quase sempre a mesma quando os oiço tocar e cantar: fechar os olhos durante uns bons segundos e sorrir. Sorrir, não apenas com os lábios, mas também com os próprios olhos, com o pescoço, com as mãos, com as pernas e os pés. É a satisfação plena, é a abstracção total de que há um mundo lá fora, não existem relações ou preocupações, medos ou tristezas, apenas aquele momento. Aquele limbo. O meu cérebro não processa mais nada, o meu corpo está solto, livre para amar todos os sons, acordes, notas, palavras, estalar de dedos, bater de palmas e tudo mais.

John Mayer (e outra vez, à semelhança de Jamie Cullum) é um daqueles artistas que uma pessoa nunca pode formar uma opinião justa e coerente sem se ver actuar ao vivo. Por uma razão muito simples: são artistas que nasceram para actuar, que o acto de tocar e cantar é algo tão intrínseco nos seus seres como respirar; são artistas que tal como eu me perco na sua música, eles se perdem naquilo que estão a fazer.
É uma entrega tão genuína que se percebe com as expressões faciais que fazem. E aqui outra vez vêm os sorrisos. Ver o Jamie Cullum sentado ao piano e sorrir com uma reacção do público ou com uma nota que acabou de produzir é das coisas mais extraordinárias que já presenciei. Tal como ver o John Mayer entregar-se às suas guitarras e fazer coisas absolutamente surreais com elas. Tocar com uma mão pode parecer algo que outros também fazem, mas é o que ele toca: literalmente John Mayer consegue fazer com que uma guitarra cante e chore. No fundo, é a habilidade com que cada um deles manuseia os seus instrumentos (no caso do Jamie aquilo é mais que manusear, aquilo é pés, é ancas, é baquetas, é cadeiras, é tudo o que produza som) e o brilhantismo com que o fazem.
Em suma, são artistas que tiram o maior proveito das suas capacidades e que têm uma profunda e pura paixão e dedicação pela música.
Na minha opinião são os artistas que demonstram uma desenvoltura e uma naturalidade tão peculiar ao vivo que são os melhores. Os trabalhos de estúdio podem ser muito bons, mas a transposição para o palco às vezes perde muito. Neste caso não, ganham proporções gigantes de tão incrivelmente boas que são. Conheço-os de trás para a frente e de frente para trás e não há vez nenhuma, repito, vez nenhuma, que não fique incrédula ou que me emocione.

O meu pai ainda era vivo quando saiu o Continuum, mas penso que nunca chegou a ver as versões de Gravity, Vultures ou Bold As Love ao vivo. Julgo que se tivesse teria adorado, pois era grande fã de Jimmi Hendrix e Eric Clapton. Aliás, este álbum em particular ecoa a Eric Clapton, numa versão mais Pop obviamente, absolutamente inacreditável. Não é coincidência, uma vez que admiração do Clapton pelo Mayer é mais que pública. De cada vez que vejo Gravity de Where the Light Is tenho arrepios na espinha.

Em jeito de conclusão, estou-me a borrifar para o que é cada um deles diz ou faz nas horas vagas, desde que continuem a dar música, porque a deles, na minha mais sincera opinião, é genial e extraordinária.

Aqui fica uma cover de Free Fallin'


sábado, 29 de maio de 2010

Amor de uma vida

Não me vou prender com as questões de géneros musicais ou com defesa de gostos.

Vou apenas expôr o meu.

Quem me conhece sabe que há anos que sou grande admiradora de Jamie Cullum. Não somente pela sua música, mas pela atitude que tem perante ela.
O Jamie é um tipo completamente apaixonado por aquilo que faz. Num mundo em que sempre procuramos a realização plena ele consegue-o devido ao seu talento e ao seu amor pela música. É alguém que se arrisca a experimentar e dá o corpo às balas se a coisa correr mal. É alguém que não se interessa se vendeu 5 ou se vendeu 100, porque o que interessa para ele é partilhar e dar concertos e acima de tudo, divertir-se.

No passado dia 25 de Maio vi o Jamie actuar pela quinta vez na minha vida. Podia argumentar que como foi o mais recente e foi em Lisboa, que foi o melhor da minha vida, mas não foi por isso. Foi pelo que vivi lá.

Pela primeira vez vi o concerto com uma pessoa que sabe tão bem aquilo que sinto. Uma pessoa que, sempre que falámos sobre JC, demos por nós a acabar as frases um do outro, a discordar e a concordar. Uma pessoa, que sempre o quis ver e que por azares do destino nunca o tinha visto ao vivo até à terça-feira passada. Falo do meu amigo Tomás.
O Tomás é como eu, um pouco mais calmo e reservado, mas tem mais ou menos as mesmas reacções. O Jamie lá faz uma coisa genial com o piano ou uma brincadeira com a voz e nós levamos as mãos à cara e dizemos 'como é que isto é possível?', ou então acenamos com a cabeça.

Não sei explicar...Por um lado já sei que vou ser surpreendida, por outro nunca sei medir o grau de surpresa. E eu tive um momento em particular que o Jamie se calhar já nem se lembra, mas eu nunca vou esquecer na vida. Estava eu a derramar umas lágrimas por causa 'What a Difference a Day Makes' quando o Jamie já se tinha precipitado para 'Photograph'. As primeiras notas e versos são calmos, e só depois entram os outros instrumentos. Ora, exactamente antes de haver essa explosão, ele olha para a minha pessoa cheia de lágrimas e com as mãos na boca, hesita, dá um sorriso misto entre o quente e o incrédulo, e após uns segundos lá continuou a canção. Quem me lê deve estar a achar que isto é um exagero, que não é normal as pessoas chorarem em concertos por causa de uma simples música. Acontece que eu não chorava pela música em questão, eu chorava por tudo aquilo que o Jamie já me proporcinou na vida.

A sua música libertou-me de uma maré negativa, fez-me acreditar que as pessoas que partilham uma paixão em comum não vêem diferenças ou rivalidades, fez-me acreditar na música como religião. Porque hoje, mais do que tudo, acredito que a música é a minha religião. E o Jamie abriu-me a mente para eu explorar novas sonoridades, novas emoções, até coisas completamente sem nexo. Fez-me não ter medo de admitir que gosto de banda x ou y, fez-me não ter medo de me perder completamente nas emoções enquanto estou a presenciar um momento musical. Ter um abraço dele, a disponibilidade torna-se quase secundário se eu pensar em toda a emoção do concerto.

Hoje em dia a minha vida não faz sentido sem o seu nome, porque mesmo que eu me canse um pouco de o ouvir, no dia a seguir eu vou redescobrir porque é que gosto tanto dele - porque ele era alguém que até à minha idade actual não sabia o que iria fazer da vida, que encarou a música sempre como algo que ele não podería nunca deixar de fazer na vida, que evoluiu extraordinariamente não só no piano, mas em diversos instrumentos, sendo quase um auto-didacta, porque ele é alguém que em palco dá tudo quer seja para 20 gatos pingados, quer seja para 16 000 pessoas.

Não posso também deixar de mencionar que mais uma vez o Jamie fez das suas e colocou na minha vida mais uma pessoa com quem eu sinto que vou criar mais uma relação de amizade, a Raquel.

No dia 25 a minha amiga Maria de Buenos Aires esteve também na minha mente, porque ela é alguém com quem eu um dia espero partilhar as mesmas emoções.

Até sempre, Jamie Cullum.

quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Oh...He is back!


Oh yes!

That feeling, that genuine emotion and thrill is back.

It is a cycle.
A couple of years without something new, a time to rest, a time to create, a time to experiment - a time to pursuit. And then comes that expectation for something new, the waiting, and then he slowly starts unveil a little bit of his magic.

That is right, my favourite artist ever is realising is fifth album!
Jamie Cullum is back and the expectations could not be higher. The press is considering 'The Pursuit' as the best thing Jamie ever did.
Honestly, I can understand why. Everytime Jamie Cullum does something he puts all his joy and passion for music. He always reaches another level and I and probably the ones who follow him notice how much he evolved.

I cannot help myself to make a huge smile every time I am on the underground and see his James Bond's look and the piano exploding.
Every single album, every single song give me an happiness I cannot feel in any other circumstances. It is a therapy that gives me another meaning to life. Other perspectives, new ideas, new feelings.

It sure did took some time to be ready but now 'The Pursuit' is here and I am so excited about it!

Thank you very much, JC!

Cheers

xx

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Una vez más

A la primera persona que me ayude a comprender
pienso entregarle mi tiempo, pienso entregarle mi fe,
yo no pido que las cosas me salgan siempre bien,
pero es que ya estoy harto de perderte sin querer (querer).

A la primera persona que me ayude a salir
de este infierno en el que yo mismo decidí vivir
le regalo cualquier tarde pa' los dos,
lo que digo es que ahora mismo ya no tengo ni siquiera dónde estar.

El oro pa' quien lo quiera pero si hablamos de ayer:
es tanto lo que he bebido y sigo teniendo sed,
al menos tú lo sabías, al menos no te decía
que las cosas no eran como parecían.

Pero es que a la primera persona que me ayude a sentir otra vez
pienso entregarle mi vida, pienso entregarle mi fe,
aunque si no eres la persona que soñaba para qué
(¿qué voy a hacer? nada).

¿Qué voy a hacer de los sueños?
¿qué voy a hacer con aquellos besos?
¿qué puedo hacer con todo aquello que soñamos?
dime dónde lo metemos.

¿Dónde guardo la mirada que me diste alguna vez?
¿dónde guardo las promesas, dónde guardo el ayer?
¿dónde guardo, niña, tu manera de tocarme?
¿dónde guardo mi fe?

Aunque lo diga la gente yo no lo quiero escuchar,
no hay más miedo que el que se siente cuando ya no sientes nada,
niña, tú lo ves tan fácil, ¡ay amor!
pero es que cuanto más sencillo tú lo ves, más difícil se me hace.

A la primera persona que me ayude a caminar
pienso entregarle mi tiempo, pienso entregarle hasta el mar,
yo no digo que sea fácil, pero, niña,
ahora mismo ya no tengo ni siquiera dónde estar.

A la primera persona que no me quiera juzgar
pienso entregarle caricias que yo tenía guardadas,
yo no pido que las cosas me salgan siempre bien
pero es que ya estoy harto de perderte.


Y a la primera persona que me lleve a la verdad
pienso entregarle mi tiempo, no quiero esperar más,
yo no te entiendo cuando me hablas ¡qué mala suerte!
y tú dices que la vida tiene cosas así de fuertes.

Yo te puedo contar cómo es una llama por dentro,
yo puedo decirte cuánto es que pesa su fuego,
y es que amar en soledad es como un pozo sin fondo
donde no existe ni Dios, donde no existen verdades.

Es todo tan relativo, como que estamos aquí,
no sabemos, pero, amor, dame sangre pa' vivir,
al menos tú lo sabías, al menos no te decía
que las cosas no eran como parecían.

Y es que a la primera persona que no me quiera juzgar
pienso entregarle caricias que yo tenía guardadas,
niña, tú lo ves tan fácil, ¡ay amor!
pero es que cuanto más sencillo tú lo ves, más difícil se me hace.

A la primera persona que no me quiera juzgar
pienso entregarle caricias que yo tenía guardadas,
yo no digo que sea fácil, pero, niña,
ahora mismo ya no tengo ni siquiera dónde estar.
ni siquiera dónde estar.

A La Primera Persona, Alejandro Sanz

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson


Não vou dizer tudo aquilo que já foi dito por toda a gente.

Não vou falar do legado que deixou, das inovações e dos escândalos.

Deixo apenas uma imagem e uma ideia: infelizmente conheço a dor da morte, repentina e chocante. Não era se quer grande fã do seu trabalho na generalidade, até porque a dança era o ponto que a mim mais me movia, mas senti que tinha perdido alguém que sempre esteve na minha vida. O que pensando bem, é ridículo. Eu nem o meu vizinho da frente conheço!

Michael Jackson, King of Pop 1958-2009


terça-feira, 23 de junho de 2009

Em busca de Glória *.*

Depois de Paredes de Coura, os Mando Diao regressam a Portugal para um concerto no Super Bock Super Rock, em Lisboa (Estádio do Restelo), no dia 18 de Julho.

Não querendo levar isto para a rebarbadisse, mas para ver estes senhores é necessário um babete de tão sexy que eles são *.*

Aqui fica a bela e perigosa Gloria:



domingo, 10 de maio de 2009

Arrebatador

Das melhores música que já ouvi. O álbum da Adele é um dos meus álbuns favoritos dos últimos anos.

Obra-prima a possuir!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Um pouco de música

Hoje o dia começou mal, continuou péssimo, melhorou ligeiramente e acabou bem.

Hoje, não quero falar sobre a minha vida universitária mega caótica. Hoje quero pedir desculpas e amá-lo...

Ordinary People

Oh, oh, oh, oh

Girl, I'm in love with you
But this ain't the honeymoon
We've passed the infatuation phase
We're right in the thick of love
At times we get sick of love
It seems like we argue every day

I know I misbehaved
And you made your mistakes
And we've both still got room left to grow
And though love sometimes hurts
I still put you first
And we'll make this thing work
But I think we should take it slow

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cause we're ordinary people
Maybe we should take it slow

Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow
Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow

This ain't a movie, no
No fairytale conclusion y'all
It gets more confusing every day
Sometimes it's Heaven sent
Then we head back to Hell again
We kiss, then we make up on the way

I hang up, you call
We rise and we fall
And we feel like just walking away
As our love advances
We take second chances
Though it's not a fantasy
I still want you to stay

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cause we're ordinary people
Maybe we should take it slow

Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow
Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow
Take it slow

Maybe we'll live and learn
Maybe we'll crash and burn
Maybe you'll stay
Maybe you''ll leave
Maybe you'll return
Maybe another fight
Maybe we won't survive
Maybe we'll grow
We'll never know
Baby, you and I

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cause we're ordinary people
Maybe we should take it slow, hey

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cause we're ordinary people
Maybe we should take it slow

Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow
Take it slow, oh oh, this time we'll take it slow
Take it slow,slow



PS - não sou fã de John Legend, embora lhe reconheça bastantes qualidades musicais. Esta canção representa na perfeição qualquer relação amorosa. É a pura realidade. Esperança. Amor. Perdão.